Viaje Mais 297

20 | viajeMais se bebe, já que o país produz mais vinho do que água potável. A água para uso geral nas torneiras é dessalinizada. A energia também tem conexão internacional: a rede elétrica maltesa é ligada à Itália por cabos submarinos. O turista, claro, nem se dá conta das adversidades que o país soube resolver. Cerca de 3,5 milhões de visitantes desembarcam por lá a cada ano para se deslumbrar com lindas cidades históricas, como Mdina, Rabat, Vitoriosa e Valeta. E também para percorrer o litoral de falésias altas A cidade fortificada de Mdina, em Malta, toda construída em pedra de calcário típico da ilha | Malta que, em vez de longas praias de areia, entregam enseadas escondidas e piscinas naturais. Muitos desses visitantes chegam também pelo mar, já que Malta é um ponto tradicional de parada de cruzeiros no Mediterrâneo. Outros chegam com objetivo de estudar: as escolas de inglês concentradas em áreas como Sliema e St. Julian’s, são bastante tradicionais e atraem pelo custo mais amigável do que destinos clássicos, como Irlanda e Inglaterra. Para os brasileiros, uma boa forma de co-

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