Viaje Mais Edição 303

VIAJEMAIS | 65 Todas as refeições na aldeia estão inclusas no pacote e servidas em buffet paulo basso jr. tomadas para carregar celulares, mas não há TV ou qualquer eletrodoméstico. Em outra hati da aldeia fica a cozinha e o refeitório. A comida caseira chega com fartura: arroz, feijão, carne ensopada com mandioca (frango ou peixe assado), salada, frutas e sucos naturais, entre eles, um inesperado suco de batata-doce. Come-se bem, conversa-se mais ainda. É nesse refeitório, único ponto onde funciona o sinal de wi-fi, que Salomão Nezokemazokai pega o giz e transforma uma lousa em viagem linguística. A língua do cotidiano da aldeia é o Aruak. Entre crianças e jovens, ela aparece com mais naturalidade do que o português, aprendido depois na escola. Salomão começou a estudar português por volta dos 8 anos e conserva o sotaque da língua nativa. Assim eu aprendo a dizer “hikyaotse” para dar “bom dia” aos meus infitriões. O exercício do idioma entre O restaurante vira sala de aula onde Salomão Nezokemazokai ensina aos viajantes expressões na língua Aruak, falada no cotidiano da aldeia A comida é simples e caseira: arroz, feijão, salada, farofa, legumes e alguma opção de carne, frango ou peixe

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