60 | VIAJEMAIS Peppe, o simpático maquinista do Mundo a Vapor, recebe os visitantes ao lado da netinha Nina | SERRA GAÚCHA MUNDO A VAPOR O QUE CURTIR EM CANELA Após dois anos fechado, o Mundo a Vapor reabre ao público renovado e com uma proposta mais imersiva. Logo na chegada, a fachada com o trem “atravessando” o prédio chama a atenção. A cena recria o acidente ocorrido na estação Gare Montparnasse, em Paris, em 1895, e segue como um dos símbolos mais fotografados de Canela. Fundado em 1991 pelos irmãos Urbani, o parque foi pioneiro ao transformar processos industriais em atrações. Nesta nova fase, a história dos criadores aparece logo na primeira sala do percurso, ajudando a contextualizar a origem familiar e quase artesanal do empreendimento. É ali que o simpático Fuligem, o “boneco de ferro”, me recebeu para explicar como o amor pelas máquinas deu origem ao projeto. O Fuligem reaparece ainda por todo o circuito guiado que conduz grupos por dez salas temáticas. Ao longo de cerca de 50 minutos, acompanho uma narrativa que passa por diversas fábricas em miniatura em pleno funcionamento. Tem mini olaria, siderúrgica, serraria e até uma fábrica de papel. As miniaturas são perfeitas e recriadas com som, iluminação, aromas e efeitos visuais, o que deixa a visita mais lúdica e envolvente, especialmente para crianças e famílias. Ganhei uma pequena amostra de papel produzida na aida lima O parque preserva o charme clássico com novas experiências A icônica fachada do Parque Mundo a Vapor, que ganhou novas atrações como o passeio de trem pelo bosque e as salas com efeitos sensoriais que levam o visitante a uma viagem pela história das máquinas Rodrigo Stobaus fotografia - divulgação
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