Viaje Mais 301

78 | VIAJEMAIS | ILHABELA O nome do hotel é uma sigla. DPNY é uma referência à trajetória empreendedora de seu proprietário, Wolfgang Napirei. São as iniciais formado pelas três cidades onde ele viveu e desenvolveu projetos e empresas antes de inaugurar o hotel em Ilhabela, em 2005. De lá para cá, o DPNY cresceu e ganhou corpo. Atualmente, conta com mais de 80 acomodações distribuídas em várias categorias com tamanhos que chegam até os 120 m2 (caso da Suíte Imperial). Na ala mais nova, inaugurada no fim de 2025, os quartos ganharam paredes inteiras de vidro e vista para o A piscina principal e o deque debruçado sobre as areias da Praia do Curral mar até da banheira de hidromassagem. Nessa expansão veio também uma academia robusta, equipada com aparelhos de última geração Techogym. O grande trunfo do DPNY, porém, está em algo que o olhar demora um tempo para processar. O recém-chegado percebe que o hotel não quer parecer com nenhum outro. Entre os jardins bem cuidados, há floreiras e paredes coloridas. Nas suítes, há peças de artesanatos, molduras pintadas à mão e mosaicos pelos ambientes, inclusive nos banheiros. De perto, tudo isso pode até parecer exuberante demais, exótico demais. No conjunto, porém, funciona. E funciona porque há intenção estética, personalidade e coragem ali. “A gente precisa impactar”, conta Christian Napirei, sócio-diretor do DPNY Beach Hotel & Spa. Esse impacto visual da decoração é parte do encanto. Caminhar pelo DPNY vira uma espécie de passeio em que o olho vai tropeçando em detalhes. Uma parede de azulejos, uma pintura, uma combinação improvável entre zebra, mosaico e referências mediterrâneas e árabes. “Você pode andar no hotel várias vezes por dia e vai sempre ver um detalhe novo”, diz Christian. No centro desse cenário está a piscina principal, sinuosa e climatizada. Integrada a ela, basta Cama com dossel, decoração exuberante e atmosfera romântica no Bangalô Piscina divulgação

RkJQdWJsaXNoZXIy Mzk0Njg=