Viaje Mais 302

VIAJEMAIS | 21 Entre barcos e iates, o Porto Velho preserva a vocação marítima de Marselha sob o olhar permanente de Notre-Dame de la Garde vistos à distância. O estádio, casa do Olympique de Marseille, surge com seu teto ondulado dominando parte da paisagem urbana. LABIRINTO MEDITERRÂNEO A próxima parada foi o Vieux-Port, o Porto Velho, coração histórico da cidade desde a Antiguidade. A paisagem é dominada pela Cathédrale de la Major. Gigantesca, com suas faixas alternadas de pedra clara e verde, ela parece uma construção saída de Constantinopla e não exatamente da França. Dali, seguir para o bairro de Le Panier é quase obrigatório. O mais antigo de Marselha parece um labirinto mediterrâneo de ruas estreitas, pequenas escadarias, roupas penduradas nas janelas e fachadas coloridas castigadas pelo tempo. Há grafites, ateliês de artistas, lojinhas, pequenos cafés e uma atmosfera que lembra certas cidades italianas do sul. No fim da tarde, voltei ao MSC Splendida feliz em dizer que havia conhecido mais uma linda cidade francesa. Não uma qualquer, mas a única que emprestou seu nome ao combativo hino nacional da França, La Marseillaise. Diverti-me fotografando o voo das gaivotas que acompanhavam a partida do navio enquanto a cidade ia ficando ao longe. Para me recuperar de um dia tão agradável e começar a experimentar as delícias do navio, nada melhor que uma massagem no MSC Aurea Spa, no 14º andar. Depois vieram um show no teatro, o jantar com os amigos e, por fim, o momento de fechar as cortinas, curioso para descobrir o que me esperava quando um novo porto surgisse diante da varanda. O próximo seria Livorno. Há 2.600 anos, Marselha recebe viajantes vindos pelo Mediterrâneo La Bonne Mère (A Boa Mãe), Notre-Dame de la Garde protege há séculos marinheiros, pescadores e viajantes A Cathédrale de la Major marca a entrada do centro histórico de Marselha. Ao redor dela, ruas antigas conduzem ao charmoso bairro de Le Panier, um dos mais interessantes da cidade

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