Eu não tinha o objetivo de construir uma grande companhia. O crescimento ocorreu de forma natural, quase como uma consequência das demandas que foram surgindo. Comecei sozinho, depois veio o primeiro funcionário, o segundo e, quando a empresa foi vendida, já éramos 62 colaboradores.” depois veio o primeiro funcionário, o segundo e, quando a empresa foi vendida, já éramos 62 colaboradores”, comenta. AQUISIÇÃO EM MEIO À INCERTEZA Se a trajetória da Poliend foi marcada por crescimento orgânico e adaptação às mudanças do mercado, a aquisição veio em um momento improvável. Em 2020, em meio às incertezas provocadas pela pandemia de Covid-19, a empresa entrou no radar da Priner. A aproximação, contudo, não aconteceu por acaso. Desde 2014, Marcelo Salomão já vinha estruturando a empresa para uma possível entrada de investidores. O movimento contemplava reorganização societária, definição de um modelo de sucessão e preparação da operação para atender às exigências de uma eventual negociação. A estratégia permitiu que, anos depois, a Poliend estivesse pronta para avançar quando a oportunidade surgiu. “Quando meu advisor informou que havia uma empresa interessada na Poliend, achei difícil acreditar. Era um cenário de muita incerteza. Mas, no dia seguinte, o Tulio Cintra, CEO da Priner, já estava em Piracicaba para nos conhecer. Em apenas 58 dias, a operação foi fechada”, relembra Marcelo Salomão. Mais do que uma oportunidade pontual, a decisão pela venda estava alinhada a uma visão de futuro. Com uma base técnica consolidada e uma equipe altamente qualificada, a Poliend já havia atingido um novo patamar de maturidade – e seguir crescendo exigiria investimentos mais elevados. 28 Raízes Priner
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